segunda-feira, 27 de abril de 2009

Agora que a data da chegada do bebê está próxima, você se pergunta:
o que levar para a maternidade? Você quer se sentir segura para estar
preparada à qualquer momento para a ida à maternidade. Pensando nisso,
a Iroma Baby preparou a lista maternidade com dicas do que comprar ou
separar para você se organizar com tranquilidade para a chegada do bebê.
Uma boa dica é confirmar com a maternidade o que deve levar:
geralmente as maternidades oferecem uma lista com dicas do que
levar tanto para o bebê quanto para você.





Na lista abaixo seguem sugestões de coisas para você levar na maternidade:

- 4 camisolas abertas na frente
- 2 robes confortáveis
- 4 sutiãs apropriados para amamentar
- 8 calcinhas de algodão
- 1 roupão de banho
- 2 toalhas de banho grandes
- 4 toalhas de rosto
- 1 chinelo
- meias (para assegurar pés quentinhos, caso esteja fazendo frio)
- 1 pacote de absorventes de seio ou gaze protetora do mamilo
- 3 pacotes de absorventes higiênicos
- escova de cabelo, pente para o cabelo e secador para cabelos
- escova de dente e creme dental
- kit de maquiagem básica, por exemplo: batom, rímel e blush (já pensou
nas primeiras fotos como o bebê?)
- sabonete, xampu, desodorante e creme hidratante
- câmera fotográfica (se a camêra for digital, averigue a capacidade do cartão
e não esqueça de levar o carregador. Se a câmera for analógica, lembre-se
do filme, pilhas ou baterias)
- filmadora
- celular, carregador do celular
- telefones de parentes e amigos
- caneta e caderno de anotações
- carteira de identidade, documentos do plano de saúde ou documentos para internação
- óculos de grau (durante o parto eles podem ser mais confortáveis que as
lentes de contato)
- dinheiro trocado para o estacionamento ou qualquer eventualidade
- livros, revistas ou algo para ler


Sugestão de como arrumar a mala do bebê (lista básica, fica a critério de
cada um levar mais ou outros ítens):

- 6 macacões para recém nascido
- 6 pagões completos com culotes de recém nascido (ou mais prático ainda:
6 bodies com calças tipo culote ou mijãozinho para recém nascido)
- 3 casaquinhos
- 1 conjunto da roupa para sair da maternidade
- 2 mantas ou xales
- 6 pares de meias RN (recém nascido)
- 3 a 6 pacotes de fraldas RN/P. Um dica aqui é também levar fraldas de algodão,
pois as fraldas descartáveis podem irritar a pele do bebê
- 3 pares de sapatinhos de malha ou plush
- 3 pares de luvas de malha (mesmo no verão, para o bebê não se arranhar)
- 6 fraldas ou paninhos de boca e para amamentar
- 1 regurgitador
- 1 touca de malha ou tricot
- lacinhos de cabelo (se souber que é menina)
- creme para assaduras e/ou outro produto que o médico indique
- 1 enfeite da porta
- lembrancinhas
- álbum de recordações

domingo, 26 de abril de 2009

;D


“Ser mãe é maior oportunidade de observar e curtir diariamente, as pequenas mudanças que o seu bebê apresenta com alegria, neste paraíso”.


Está bem pertinho...



Minha gravidez está chegando ao fim... A ansiedade já tomou conta de mim, não vejo a hora de ver o rostinho do meu menino, também sinto um pouco de medo do parto, afinal optei por ser cesariana, então o medo faz parte. hehehehe
Já me sinto cansada, sem fôlego, sem pique, com muuuito sono e preguiça, fazendo xixi de instante e instante, aff passo a noite acordada fazendo xixi. rsrsrs
As consultas a pediatra são semanais agora, e ultrasom também bem frequentes.
Acho que apesar de tudo sentirei falta da minha barriguinha, se pudesse teria muitos e muitos outros filhinhos...
Gabriel jajá vem ao mundo, recheado de muita luz, paz e amor. Vai ser o menino lindo de mamãe. Aliás já é...
Essa foi uma das últimas fotos que tirei da minha gestação, já no fim do 8º mês.
Gabriel já está doido pra sair, pois se estica muito na barriga de mamãe, tem horas que fico sem respirar, com dores, ahhh as dores, faz parte!
Mas minha gestação não foi ruim, pelo contrário não senti muito enjoos não fiquei inchada, muito pelo contrário, não fiquei feia momento algum, fui uma grávida vaidosa. hehehe
No mais é isso, a barriga já pesa bastante, já incomoda e eu não vejo a hora de sentir o alívio de voltar a não pesar tanto. :D
Que meu menino venha ao muito com muitas bençãos divinas. Amém!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Acabe com todas as suas dúvidas sobre amamentação

A posição certa e algumas rotinas são fundamentais nessa hora


Por que o leite empedra? Sentir dores no peito, durante a amamentação, é normal? Tomar cerveja ajuda a produzir mais leite? Essas e muitas outras dúvidas assolam muitas mães, principalmente as de primeira viagem. Se esse é o seu caso, não deixe de ler o nosso dossiê completo sobre amamentação. Com a a ajuda da consultora internacional em aleitamento, Evanguelia Kotzias Atherino dos Santos, respondemos essas e muitas outras dúvidas para você alimentar seu filhote com toda a tranqüilidade que você e ele merecem.

Tenho pouco leite. E agora?
Quanto mais o pequeno suga ou a mama é ordenhada, maior é a produção do leite. Ou seja: se ele mamar mais, mais leite você vai ter.

Outra opção para estimular a produção é tirar o leite você mesma, com as mãos ou com o auxílio de uma bombinha. Você pode guardá-lo no congelador para oferecer mais tarde ou doar a um banco de leite, que dispõe do alimento para outras mães.

Tomar caldo de cana e cerveja preta dá mais leite?
Alguns alimentos são chamados de galactogogos porque ajudariam a aumentar a produção de leite, como chá de erva-doce, caldo de cana e cerveja preta. Mas atenção: o álcool, presente na cerveja, diminui a produção de leite, assim como a nicotina do cigarro e alguns medicamentos.

O volume de leite também reduz se a criança mama menos ou se você estiver estressada e angustiada. Para ter sempre muito leite, mantenha uma dieta equilibrada e beba muito líquido, que pode ser água, chá, caldo de cana ou sucos.

Lembre-se de que o corpo usa suas reservas de energia e nutrientes para produzir leite, por isso estar bem alimentada é fundamental. Na medida do possível, tente descansar e se preocupar menos. E deixe seu filho mamar à vontade esse é o estimulante mais poderoso. Na dúvida, fale com o médico que, em último caso, poderá receitar medicamentos que ajudam a aumentar a produção de leite.

Acho que meu leite é fraco. Como faço para deixá-lo mais forte? Preciso complementar a alimentação do bebê?
Não existe leite fraco. Realmente, o leite materno não tem a mesma consistência do de vaca, por exemplo, que é bem mais grosso . Mas essa aparência aguada não quer dizer menos nutrição. Se você mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade, na quantidade certa, e não precisa complementar a dieta do pequeno com nada. Se, apesar de mamar, o bebê não está ganhando peso ou parece insatisfeito , chorando muito, converse com o pediatra para descobrir a origem do problema.

É verdade que algumas comidas mudam o sabor do leite?
Sim. Alho, cebola, pimenta e alimentos muito condimentados mudam o sabor do leite. Mas não precisa eliminá-los da dieta. É só evitar os excessos.

Meu peito vai ficar caído ou menor se eu amamentar?
O que acontece é que, durante os meses da gravidez e da amamentação, os seios aumentam muito de volume seu sutiã pode crescer até três números. Se você tem tendência a ter flacidez, ou se ganhar muitas estrias no período, quando deixar de amamentar pode ficar com a pele caída .

Além disso, os seios vão diminuir consideravelmente de tamanho, já que não estarão mais cheios de leite. Acostumada ao peitão, você pode mesmo sentir que eles estão menores, quando estarão apenas do tamanho normal.

Mas nada disso é desculpa para não amamentar! Para prevenir flacidez e estrias, capriche na hidratação desde a gravidez, usando cremes específicos e se lembrando sempre de lavar os seios antes de amamentar, para o bebê não comer o hidratante. E trate de usar bons sutiãs de sustentação, com alças largas, aros e bojos firmes.

Meu leite empedrou. O que eu faço?
O nome correto para o chamado leite empedrado é ingurgitamento mamário, quando a bebida fica presa na mama por causa da sucção inadequada ou do esvaziamento incompleto do peito.

Isso deixa os seios rígidos, pode causar muita dor e até febre. Se não for tratado logo, o problema pode evoluir para uma mastite, como é chamada a inflamação da mama, que deixa os seios quentes, vermelhos, doloridos e, às vezes, com pus. Mas a prevenção e o tratamento, nos dois casos, é simples: basta deixar que o bebê mame bastante, para esvaziar o peito, ou fazer uma ordenha manual, retirando o leite com as mãos.

Meu filho não gosta de mamar, e agora meu leite está secando.
Essa é a desculpa número um para muitas mulheres deixarem de amamentar. Na maioria das vezes, a rejeição da criança acontece porque a mãe andou oferecendo ao bebê mamadeira, bicos e chupetas. Eles confundem a criança, que desaprende a mamar no peito um exercício mais difícil do que chupar mamadeira.

Por isso, esses acessórios devem ser evitados a todo custo nos primeiros seis meses. Todos são extremamente prejudiciais à amamentação. Causam confusão de bicos, má formação da arcada dentária e infecções, entre outros problemas , alerta Evanguelia Kotzias Atherino dos Santos, consultora internacional em aleitamento materno.

Se o bebê mama menos, a mãe produz menos leite até que ele realmente pode secar. A solução é eliminar tudo que atrapalhe a amamentação. Se precisar oferecer algo a seu filho, dispense a mamadeira e prefira usar uma colher própria para bebês.

Tenho rachaduras no peito que me matam de dor!
As fissuras no bico do peito são comuns no primeiro mês, especialmente entre mães de primeira viagem. A pele da aréola é muito fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor.

Para prevenir, trate de engrossar a pele da região tomando banhos de sol, usando buchas e deixando os seios descobertos por quanto tempo você puder. O próprio leite ajuda a cicatrizar, basta espalhá-lo por cima das rachaduras.

Em casos graves, o médico pode recomendar uma pomada cicatrizante. Mas lembre-se de lavar o bico do peito sempre que for amamentar, para o bebê não ingerir o remédio. A posição de mamar do bebê também pode estar incorreta, o que vai causar mais dor. Fique de olho na postura certa.

O jeito certo de mamar
Por instinto, os bebês já sabem como executar os movimentos da mamada. Mas você pode ajudá-lo, posicionando o pequenino do jeitinho certo. Além de facilitar a mamada para ele que, se não conseguir mamar, pode ficar irritado e rejeitar o peito , você previne problemas como o empedramento e as rachaduras.

1. O queixo do bebê deve tocar a mama;
2. Ele deve estar com a boca bem aberta;
3. O lábio inferior deve ficar virado para baixo;
4. As bochechas devem estar bem arredondadas (não encovadas) ou achatadas contra as mamas;
5. Durante a mamada vê-se mais a porção da aréola superior do que a inferior;
6. A mama deve parecer arredondada, não repuxada.
7. As sucções são lentas e profundas: o bebê suga, dá uma pausa e suga novamente (sucção, deglutição e respiração);
8. A mãe deve conseguir ouvir o bebê deglutindo.

Até agora, qual a sua maior dificuldade nos cuidados com
seu bebê? Por quê?

Saiba como devem ser as consultas com o seu pediatra

Alguns sinais revelam se o médico é mesmo de confiança, fique de olho


A última vez que você esteve em um pediatra foi... há uns 20 anos, talvez? Como nem sempre dá para testar os médicos antes de eleger o melhor, é natural que, ao voltar a freqüentar o pediatra (por causa do bebê, claro!), surjam algumas dúvidas. Será que ele olhou tudo? Será que está fazendo direito?

Será que todos os médicos são assim? Minha Vida conversou com Fábio Ancona, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, para esclarecer todas essas dúvidas. Assim, você saberá o que observar e exigir do profissional, e como serão as visitas ao longo dos próximos anos. Conhecer bem essa rotina traz mais segurança e tranqüilidade para você e seu filho. Acompanhe!
A primeira vez
Ainda na maternidade, o bebê será examinado pelo pediatra do hospital ou pelo profissional escolhido por você. Até os dez primeiros dias de vida do neném, deve acontecer a primeira visita oficial ao consultório.
O objetivo é esclarecer as dúvidas dos pais e fazer uma avaliação das adaptações do recém-nascido no mundo exterior. Essa consulta costuma ser bastante demorada e detalhada, já que é quando o médico fará uma ficha com o histórico do bebê e da saúde de seus familiares.
Perguntas e mais perguntas
O médico deve questionar a mãe sobre cada detalhe da saúde do bebê, para assim identificar alguma característica fora do normal. Obrigatoriamente, o pediatra deve perguntar à mãe sobre sistema respiratório e digestivo e sobre a rotina alimentar da criança , explica Ancona. Além disso, o pediatra deve se interessar por questões que envolvem o bebê desde a gestação, como saber se ele foi planejado e como foi o parto.
Escutar, tocar, sentir
O exame físico faz parte da rotina da consulta, e é indispensável que seja feito com a criança despida. O profissional deve ter o cuidado de aquecer as mãos antes de tocar no bebê, além de garantir que elas estejam muito limpas. Medir e pesar seu filhote são itens obrigatórios, e não apenas porque assim se acompanha o crescimento do pequeno.
Qualquer medicamento tem sua dose receitada por quilo de peso do bebê. É impossível receitar um remédio corretamente sem antes pesá-lo , afirma Ancona. O pediatra também irá escutar o coração e o pulmão, medir a temperatura, observar a garganta, os ouvidos, os olhos e a pele, ver como andam os reflexos do pequeno e examinar a barriga através do toque.
Em caso de emergência
Quando seu filho apresentar sintomas que precisam ser acompanhados de perto, como perda repentina de peso ou diarréia, o pediatra provavelmente dispensará o exame minucioso do bebê e se concentrará apenas no problema. Em caso de consultas emergenciais, como em caso de intoxicação, febre alta ou vômitos, não é necessário marcar previamente a visita.

Essas consultas são mais rápidas e podem ser realizadas até no pronto-socorro. Caso o bebê seja atendido por outro médico, avise logo seu pediatra sobre o que aconteceu, qual foi o diagnóstico e a medicação recomendada.
A freqüência certa
O acompanhamento regular do pediatra é indispensável nos primeiros dois anos de vida. A primeira visita deve ocorrer até que o bebê complete 10 dias. Trata-se de um período em que é crucial trabalhar as dúvidas maternas , afirma o pediatra Fábio Ancona. Até os 6 meses de idade, o bebê deve ser levado ao médico uma vez por mês. A partir daí, uma vista bimestral é suficiente. De um ano de idade em diante, consultas a cada três meses são a freqüência ideal.
Só para especialistas
Caso sejam diagnosticados problemas congênitos no bebê, como uma fratura na clavícula durante o parto, pés tortos ou pernas arqueadas, os pais são orientados a procurar um ortopedista especializado em crianças.
O ideal é que deformações nos membros inferiores sejam detectadas cedo, pois no primeiro ano de vida já é possível corrigi-las.Mais próximo dos dois anos de idade, uma visita ao oftalmologista garante que o pequeno tenha sua saúde visual preservada, mesmo que tudo pareça normal.

Mas, se antes disso perceber algo de errado, como manchas nos olhos do bebê, ou olhos constantemente vermelhos, procure um oftalmologista imediatamente. O ideal é que logo após o nascimento seja feito o teste dos olhos, que detecta problemas de nascença.
Se a criança aparentar ter dificuldade no desenvolvimento da linguagem e nenhum problema de audição for detectado pelo pediatra, provavelmente ela precisará do apoio de uma fonoaudióloga. Procure essa especialista se perceber que, passados 18 meses de idade, seu bebê ainda não consegue pronunciar as primeiras palavrinhas.
Meu pediatra não faz tudo isso. E agora?
Nesses tempos de plano de saúde, muitos médicos acabam atendendo mais pacientes por hora do que deveriam, para compensar os baixos valores pago pelas empresas de convênio. Nos hospitais públicos e postos de saúde, o problema é parecido: com muita gente na fila, não é raro que a consulta seja apressada.

Mas, por mais complicada que seja a situação, isso não exime o médico de sua obrigação de atender com atenção e cuidado o pequeno paciente e seus pais. Será que é esse seu caso? Ou, simplesmente, o médico pode não ser bom o suficiente acontece.

Antes de tomar qualquer atitude, no entanto, tente conversar com o profissional. Explique a ele suas dúvidas e insatisfações sem constrangimentos afinal, o que está em jogo é a saúde do seu filho. Se as explicações para suas questões lhe convencerem, e o médico se esforçar para adotar uma conduta mais atenciosa, muito bem. Mas se você continuar insegura, não tenha dúvidas: mude de profissional.
Até agora, qual a sua maior dificuldade nos cuidados com
seu bebê? Por quê?

terça-feira, 21 de abril de 2009

A arte da shantala..



Aprenda a shantala, massagem que alivia cólicas e acalma os bebês


Interagir com o bebê e proporcionar momentos de bem-estar a ele são os principais objetivos da técnica chamada de shantala. A massagem de origem indiana é aplicada pelas próprias mamães, em crianças com mais de um mês de idade. Fazendo repetições de movimentos e alongamentos, é possível trabalhar a musculatura do bebê e as articulações.
A shantala é bastante interessante na fase em que o bebê ainda não tem controle sobre todos os movimentos do corpo, porque serve de estímulo. Quando ainda não rola, não senta, não engatinha , ressalta Cristina Balzano, fisioterapeuta e professora de shantala e ioga,
que ensina o passo-a-passo da técnica no DVD Massagem para bebês, Shantala e Baby Yoga. Ela afirma, porém, que nada impede que a mãe continue fazendo a massagem depois dessa fase, dado o bem-estar proporcionado à criança.
A mãe só precisa de algumas gotinhas de óleo vegetal para deslizar as mãos e aprender os movimentos corretos (confira a descrição logo abaixo) para atingir objetivos como acalmar o bebê, eliminar gases, cólicas e prisão de ventre ou deixar o sono mais tranqüilo. Eu sempre indico o óleo vegetal para a massagem porque ele é mais fácil de ser absorvido pela pele do bebê. Normalmente, recomendo a versão de amêndoa pura e, nos casos de cólicas muito acentuadas, óleo com camomila. Os movimentos da massagem são basicamente os mesmos. Se quiser fazer uma massagem mais relaxante, é só fazer a série de forma mais suave e superficial. Mas, se a idéia é estimular o bebê, os toques precisam ser mais profundos e rápidos , diz Cristina. O número de repetições é bem variável. A especialista na técnica conta que o ideal é fazer cada um deles por três vezes e aumentar esse número gradativamente, com, no máximo, 10 repetições, seguindo a aceitação do bebê. Cristina alerta que é fundamental que a criança goste da massagem. Ela precisa estar tranqüila e sem chorar. Só assim aproveita todas as vantagens do método . Para acertar a mão, certifique-se de que a criança já mamou há certo tempo e não está com fome. O ideal é fazer a shantala meia hora depois de uma mamada , diz a fisioterapeuta. Já o momento do dia escolhido para a massagem varia com os hábitos do bebê. Se ele sente muita cólica na parte da tarde, por exemplo, é recomendável que a massagem seja feita de manhã, servindo como medida preventiva. No geral, o procedimento todo não leva mais de 20 minutos e pode ser feito (com, no máximo duas sessões diárias) todos os dias para que o bebê se adapte à técnica. Confira, a seguir, o passo-a-passo dos movimentos da shantala 1- Sente-se com as pernas esticadas para frente e deite o bebê sobre elas. Comece fazendo uma limpeza energética, esfregando uma mão na outra, para que as palmas fiquem aquecidas. Faça essa fricção com as mãos no alto da sua cabeça, para que a energia flua. Inspire e mentalize energia positiva para o seu bebê. 2 - Faça um triângulo com as mãos e leve até a altura do peito do bebê (sem tocá-lo com a distância de um palmo). Separe as mãos e vá contornando todo o corpinho da criança, sem tocá-la, e expire. A cada contorno terminado, chacoalhe as mãos (como se elas estivessem molhadas e você quisesse eliminar o excesso de água). Repita o procedimento por três vezes, mantendo a respiração. 3- Passe o óleo em suas mãos e esfregue-as. Lembre-se de passar o óleo novamente, sempre que começar a massagear uma nova região (exceto o rosto do bebê). 4- Com as mãos bem relaxadas e os dedos unidos, posicione-as no centro do peito do bebê. Deslize, horizontalmente, a mão esquerda até a axila de mesmo lado. Simultaneamente, faça o mesmo movimento à direita. 5- Novamente, comece o movimento no centro do peito do bebê e, dessa vez, termine em cada um dos ombros dele. 6- Começando o movimento pelo centro do peito da criança, suba uma mão de cada vez (formando um X), até o final do ombro. Deixe seus dedos chegarem embaixo da orelha dele. Sempre que a massagem for feita em movimentos alternados, inicie pelo lado esquerdo do bebê, que é o lado mais receptivo. 7- Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o pulso do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o pulso, partindo do ombro. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade o movimento funciona como se o bracinho do bebê fosse uma corda, que você puxa para escalar uma parede. 8- Faça um movimento de rosca (uma torsão suave) com as duas mãos, iniciando pelo ombro e descendo até o pulso do bebê. 9- Apóie a mão do bebê, com a palma virada para cima, em uma das suas mãos. Use o seu polegar da outra para massagear a mãzonha dele, partindo do pulso e chegando até a ponta dos dedinhos. 10- Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por toda a mãozinha do bebê. 11- Aperte delicadamente os dedinhos do bebê, um a um, começando pelo polegar. 12- Faça um movimento com as suas mãos em concha, da base das costelas até o começo dos genitais dele. Essa técnica é ótima para aliviar as dores da cólica. Se as dores forem muito fortes, intensifique o movimento. 13- Segure as perninhas para o alto e, com o ante-braço, coninue massageando a região abdominal. Repita o mesmo movimento com as mãos. 14- Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o tornozelo do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o tornozelo, partindo da virilha. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade ao movimento, como no passo 7. 15- Apóie o pé do bebê em uma das suas mãos. Com a outra, deslize o polegar, massageando a sola do pezinho.
16- Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por todo o pé do bebê, tanto a sola como o peito.
17- Aperte delicadamente os dedinhos do pé do bebê, um a um, começando pelo polegar.

Sorriso perfeito começa na gestação



Dentes perfeitos e saudáveis na idade adulta começam a ser cultivados ainda no ventre materno. Por isso, os cuidados com a dentição devem começar antes mesmo do nascimento do bebê. Uma boa dieta durante a gravidez, atenção com a higiene bucal do recém-nascido e muito leite do peito são os ingredientes de um nenê com gengiva e dentes sadios.

O primeiro passo para a futura mamãe que se preocupa com os dentes do bebê é a sua própria alimentação, no período da gestação. Balancear os alimentos e, principalmente, dosar a ingestão de cálcio, contribui consideravelmente para a formação dentária do bebê. Como os dentes são compostos por ossos, quanto mais cálcio, melhor.

Após o nascimento, os cuidados não param. De acordo com a dentista Juliana Sapia, uma porção de problemas dentários tem sua raiz logo no início do processo de amamentação. "Muita gente não sabe, mas a forma correta de se amamentar um nenê é colocá-lo de pé, reclinado no peito.
Quando a criança mama deitada, as chances de uma deformação na arcada dentária são maiores", explica.

A partir dos três meses, a limpeza bucal do bebê pode ser feita com um algodão ou cotonete embebido em água. O ideal é limpar a gengiva depois de cada mamada. Com o surgimento do primeiro dente, que costuma aparecer, em média, aos seis meses, já é recomendado usar uma escova de dentes macia, apropriada para a idade.

Além da higiene adequada, é importante que as mães fiquem atentas a algumas manifestações da erupção dos dentes. Como o nascimento do dentinho costuma provocar coceira na gengiva, é comum que as crianças levem muito as mãos à boca, para massagear a área. "Por isso, é nessa etapa que o nenê fica suscetível a contrair certas bactérias, podendo ter sintomas como diarréia", esclarece Juliana.

Chupetas na fase de nascimento dos dentes também devem ser evitadas. De acordo com a dentista, elas estão relacionadas a dificuldades de oclusão, deformação da arcada dentária, entre outros problemas. "Chupetas são sempre contra-indicadas", destaca.

Sobre as cáries, Juliana ainda alerta que nem mesmo os bebês estão livres. "É comum casos de cáries em nenês. Mas a maioria está associada à falta de aleitamento materno. Crianças que passam a ingerir mamadeiras muito cedo têm muito mais probabilidade de ter problemas em sua dentição de leite. São as chamadas cáries de mamadeiras", comenta.

Para Juliana, os cuidados com os dentes dos bebês e crianças têm toda relação com um sorriso adulto impecável. "Os dentes de leite são a base para a dentição adulta. Assim, quanto mais bem cuidados forem, melhores resultados futuros serão alcançados", completa a dentista.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Manual prático para aprender a ser mãe



Você tem nove meses para se acostumar com a idéia de ser mãe. Nesse período, você pode sonhar com o rostinho, a voz e a pele do bebê que vai chegar. Mas também vai se preocupar com as caretas dele quando estiver com fome, os gritos estridentes dados na hora do banho e as assaduras que não somem nunca.

E nem adianta entrar em pânico, o jeito é aprender a lidar com situações que, logo mais, vão fazer parte do seu cotidiano. O bom dessa história é que dá para aprender tudo antes mesmo de viver na pele o desespero, graças aos chamados cursos de gestante, coordenados por uma equipe de enfermeira, obstetriz, pediatra e anestesista.

"Com as informações recebidas, o casal pode se tranqüilizar sobre acontecimentos comuns que geram incertezas e ansiedade exageradas", afirma Maria Augusta de Freitas, orientadora do curso de gestante do Hospital e Maternidade Santa Joana e coordenadora do mesmo curso na Pro Matre Paulista.
Você leu certo: todas as lições são voltadas ao casal. Dentre as muitas lições, papais e mamães de primeira viagem (e de segunda, se quiserem participar) aprendem não só a cuidar do recém-nascido, como também a se preparar para a chegada dele. Os módulos se dividem em: notar sinais de parto, respiração e relaxamento ideais durante as contrações, cuidados com o bebê logo após o nascimento e nos primeiros momentos em casa.

"Quem faz o curso fica mais relaxado na hora de tocar o bebê, perdendo o medo de errar (tensão muito comum entre os homens, principalmente)", diz a enfermeira e coordenadora do curso de gestantes do Hospital São Luiz, Márcia Regina da Silva.

Você tem fome de quê?
A importãncia do aleitamento é dos tópicos mais discutidos, alertando as mães para a importância desse alimento no desenvolvimento saudável da criança. No geral, as aulas incluem ensinamentos teóricos e práticos, simulados com bebês que até choram quando mal tratados. "Fiz o curso no oitavo mês da gestação para controlar minha ansiedade. As lições práticas são ótimas, eu não tinha idéia de como dar banho em um recém-nascido", confessa Juliana Carelli, 26 anos, mãe de Felipe, de 3.

O trabalho em grupo também ajuda a relaxar. "Depois de trocarem as dúvidas, os medos e as experiências, os casais saem daqui mais seguros para serem pais", diz Márcia. Por isso, as turmas costumam ser pequenas, permitindo que todo mundo se conheça e ganhe o diploma sem que reste nenhuma interrogação pairando no horizonte - no São Luiz, no máximo 15 casais são atendidos por vez.

Sabatina Coletiva
As dúvidas variam bastante de uma turma para outra, dependendo da idade dos casais e do tipo de gestação. Mas algumas perguntas nunca deixam de ser feitas. São essas que você confere a seguir.

Como sei que estou em trabalho de parto?
Seu médico certamente fará previsões sobre a data de nascimento do bebê. Chegando perto desse dia, é importante ficar atenta a alguns sinais. O primeiro deles é o endurecimento da barriga, seguido por contrações abdominais, que duram cerca de 30 a 45 segundos e se repetem a cada 10 minutos. O início da dilatação pode ser notado com a perda de uma mucosa e um pouco de sangue, indício de que o tampão gelatinoso que fecha o colo do útero foi expelido e ele começa a se dilatar. Já uma grande perda de líquido é característica da ruptura da bolsa que envolve o bebê.

Quando devo dar o primeiro banho? Posso usar sabonete? Como limpo o cordão umbilical?
Na maioria das vezes, o primeiro banho é dado na maternidade, com a ajuda de enfermeiras. Em casa, a água da banheira deve ser morna, não quente demais (você pode medir isso colocando seu cotovelo na água). Também fique atenta à posição do bebê, apoiando a cabeça dele no braço que você mais usa (direito, se for destra e esquerdo caso seja canhota) e usando a outra mão para higienizá-lo. O sabonete, assim como o xampu, deve ser neutro e específico para bebês. Só tome cuidado para que os produtos não entrem nos olhos e nariz. O umbigo deve ser limpo com uma gaze embebida em álcool. Outro detalhe é mantê-lo sempre seco, até que se desprenda naturalmente.

Se eu não tiver leite, posso dar mamadeira?
A maioria das mulheres é capaz de produzir o leite materno sem problema algum. Muitas vezes, porém, as dificuldades iniciais de adaptação desestimula a amamentação. Há também os casos em que a produção não acontece ou é insuficiente. Nessas situações, o pediatra saberá indicar o leite que vai suprir todas as necessidades nutricionais do recém-nascido. A escolha varia principalmente com a fase em que a amamentação natural foi interrompida, daí a importância de uma consulta médica. Vale lembrar que o aleitamento materno é sempre o mais indicado.

É verdade que o bebê sente muito frio e, mesmo no calor, só pode usar roupas de inverno?
Os recém-nascidos tendem a ter dificuldade em manter a temperatura corporal, sentindo mais frio que os adultos. O segredo é não ser radical. As mãozinhas são bons termômetros para saber se o bebê está sentindo frio. Se estiverem geladas, é sinal de que ele está pouco agasalhado. Já para notar o contrário, basta verificar se o bebê está transpirando, principalmente atrás das orelhas e na cabeça, molhando o cabelo.



sábado, 18 de abril de 2009

As famosas cólicas

O choro estridente é característico e revela o problema: seu bebê está com cólica. Ele também fica irritado, vermelho e com a região abdominal endurecida. Causadas pela ingestão de ar durante as mamadas e pela falta de maturidade do aparelho digestivo, as dores são bastante incômodas para os pequenos e costumam ser mais freqüentes no final do dia.

As cólicas ocorrem nos primeiros momentos de vida, surgindo por volta do décimo quinto dia e podendo se estender até o terceiro mês. O período mais intenso é até o final do primeiro mês. Depois disso, a incidência das contorções intestinais passa a ser mais espaçada.

O pediatra da Unifesp Renato Lopes afirma que não existem fórmulas mágicas para evitá-las, mas alguns truques ajudam a diminuir o desconforto do bebê. "Não há nenhum medicamento, e muito menos receita caseira, que acabe mesmo com as cólicas do bebê.
Elas são resultado do vai-e-vem do intestino e nada pode impedir isso", diz o especialista.

Renato brinca falando que o melhor remédio para cólica é a paciência dos pais. Tranqüilidade na hora de tentar aliviar as dores abdominais é importante para acalmar a criança e, quem sabe adormecê-la ? pode ser que, após o sono, a dor tenha passado.

As dicas do pediatra também incluem compressa quente na barriga do bebê durante 10 a 15 minutos, exercícios com as perninhas (mexa as perninhas como se ele estivesse andando de bicicleta), colocá-lo de bruço por 10 a 15 minutos e fazê-lo arrotar depois das mamadas ? isso faz com que os gases não se acumulem. O médico ressalta que "alimentar a criança com leite materno ajuda bastante. Por ser mais fino, sua digestão é mais fácil".

No entanto, ele afirma que a alimentação da mãe não interfere no aparecimento ou eliminação do probelma ? do contrário, o bebê continuaria a sentir esse tipo de dor por todo o período de amamentação, o que raramente acontece.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Chás adoçados com mel aliviam males infantis



Ao contrário do que apontam muitas propagandas, que só mostram bebês e crianças sorrindo à toa, os pequenos também enfrentam maus bocados. Desespero que acaba estourando no colo das mães, aflitas em resolver logo a causa de tanto sofrimento e chororô.

"Cólica, tosse e até dor-de-dentes podem ser aliviadas com um bom chazinho", afirma a médica homeopata Márcia Soares Telles, da Associação Brasileira de Medicina Complementar. As infusões não substituem a prescrição do pediatra, mas podem abreviar o pesadelo de uma noite em claro.

Minha Vida fez uma lista, com as principais queixas da mães mais zelosas e perguntou o que a doutora Márcia indica em cada uma das situações. Se quiser usar sachês, opte por produtos de procedência segura. "É importante ter certeza da higiene e da seleção das plantas", afirma a médica.
No caso dos extratos, use uma gota para cada quilo de peso. "E, se quiser adoçar, recomendo uma colher de chá de mel. O açúcar favorece o acúmulo de gases, gerando desconforto e aumentando a irritabilidade". Mas, atenção: o mel só está liberado para crinças com mais de um ano -- salvo recomendação contrária do médico. Antes desta idade, a flora intenstinal dos pequenos ainda não está plenamente desenvolvida, o que pode trazer graves desconfortos.

Cólica: camomila ou erva-doce são a solução. Dissolva um sachê de chá em 150 ml de água fervente. Espere amornar e dê para o bebê três vezes ao dia.

Dor-de-dentes: mais uma vez, a camomila aplaca a irritação e o mal-estar provocado nesta fase.

Resfriado: Poejo e eucalipto colaboram, graças ao efeito expectorante. Junte ainda extrato de romã para combater a dor de garganta. Um dente de alho e 2 rodelas de cebola média, fervidos junto com as ervas, agem para deixar o bebê mais animadinho.

Tosse: 6 folhas de poejo, extrato de guaco e de eucalipto.

Irritação fora de hora
Se a criança anda agitada demais, um suco de maracujá pode resolver o dilema. "Não recomendo o chá da fruta porque não conhecemos, ao certo, as medidas corretas de dosagem", afirma Márcia Soares. Já o suco pode ser oferecido à vontade, também adoçado com mel.



quarta-feira, 15 de abril de 2009

Brinquedos educativos


Desde o momento em que nascem, os bebês estão aptos a captar e reagir a diversos tipos de estímulo. Exatamente por isso, as brincadeiras e os brinquedos infantis são peças fundamentais no processo de aprendizagem dos pequenos e devem ser escolhidos adequadamente para cada faixa etária da criança.

Nos primeiros seis meses de vida, os brinquedos indicados são aqueles que chamam a atenção pela cor, som ou formato. De acordo com a pedagoga Elaine Tancredi, os estímulos físicos são muito importantes nessa fase da vida do nenê, pois contribuem para o desenvolvimento de várias áreas do cérebro. "Neste período, tudo é novo para a criança e ela está aberta a diferentes experiências, todas relacionadas principalmente com os cinco sentidos", comenta.

Elaine também explica que até os dois anos, o bebê forma uma parcela enorme de sua inteligência. Assim, quanto mais essa criança for estimulada, mais capacidade intelectual ela tende a ter.
"Para se ter uma idéia, dos zero aos 24 meses, a criança adquire uma inteligência que, depois dessa idade, para ser composta novamente, levará o equivalente a cerca de 16 anos", ressalta a pedagoga.

Nesta etapa da infância, brinquedos de encaixe, que toquem música e que testem a coordenação motora do bebê são os melhores para o processo de desenvolvimento da criança. "Livros de diferentes tamanhos e ilustrações também são importantes nesse período de aprendizado, mesmo que o nenê não tenha desenvolvido sua capacidade de leitura. Eles são indicados pelo seu lado visual e por contribuir no senso de observação do nenê, por exemplo", completa Elaine.

Os únicos cuidados que devem ser tomados com as crianças são os brinquedos considerados perigosos. Peças pequenas ? que podem ser engolidas ? ou objetos pontiagudos são contra-indicados para um bebê, por representarem risco à sua integridade física.

Dos três anos em diante, o leque de brinquedos tende a aumentar. Mesmo assim, os pais precisam ficar atentos. "Não é indicado oferecer aos filhos objetos que estimulem a violência, como joguinhos de guerra ou armas de brinquedo. O ideal são as opções lúdicas, que fazem a criança raciocinar".

Ainda sobre as brincadeiras infantis, Elaine faz um alerta: "quanto mais artesanais forem, melhor. Hoje as crianças recebem tudo pronto, não fazem atividades físicas nem grandes esforços. O certo é os pais incentivarem os filhos a recuperarem brincadeiras antigas, como pular corda, montar seus brinquedos ou andar de bicicleta. Além de fazer bem para a mente, tonifica o corpo e evita problemas de saúde causados pelo sedentarismo, como a obesidade infantil", emenda.

Por: Camila Conte

domingo, 12 de abril de 2009

Cuidados que se deve ter com o banho do Bebê



Uma das principais preocupações de mamães de primeira viagem é como não errar na hora de cuidar da higiene do bebê. Temores em relação ao banho, umbigo e até o modo correto de trocar fraldas são comuns. Não existe fórmula de como cuidar de um recém-nascido, mas algumas dicas facilitam este contato inicial entre mãe e bebê no momento da limpeza diária.

O médico pediatra Roberto Coelho Alves diz que um bom banho começa com a temperatura ideal da água. "Manter a água aquecida adequadamente é fundamental. A posição que a mãe segura o filho também é importante. Ela deve apoiar a cabeça da criança no braço que mais costuma usar, direito ou esquerdo, dependendo se for destra ou canhota", ensina.

A limpeza da pele do nenê pode ser feita com sabonete líquido ou sólido, de preferência de uma linha que não seja agressiva demais. Sobre resíduos de água no bebê, Roberto alerta que a mãe não deve ser muito incisiva.
"Se houver água no ouvido da criança, o ideal é pingar umas gotas de álcool de farmácia, que ajudam na evaporação. Depois disso, nada de ficar cutucando ouvido ou nariz internamente com cotonetes, que podem ocasionar ferimentos. Faça a limpeza apenas superficialmente", conta.

Os cuidados com o umbigo são outra preocupação na higienização do nenê. De acordo com Roberto, ele deve ser limpo com um cotonete com álcool e, se for necessário, envolvido com gaze. Outro detalhe é mantê-lo sempre seco, até que se desprenda, o que costuma acontecer alguns dias após o nascimento.

Sobre a troca de fraldas, o pediatra ressalta: "a limpeza da criança deve ser feita com um pano ou algodão embebido em água e nada mais. Os lenços umedecidos são uma alternativa em ocasiões de emergência. Não são recomendados para a rotina diária, pois podem provocar irritações". O médico ainda destaca que, no caso de assaduras, o procedimento a ser seguido é adotar uma pomada ou creme indicado. "De modo geral, seguindo este roteiro de cuidados, não há como errar na higiene da criança. Basta ter atenção e respeitar a delicadeza da pele do bebê", completa.

Por: Camila Conte

sexta-feira, 10 de abril de 2009

A importância do leite materno


Uma alimentação saudável durante a gestação é positiva em muitos aspectos: controle de peso, pré-natal tranqüilo, baixos riscos de problemas relacionados a um aumento descontrolado de peso e, não menos importante do que todos os outros itens, a qualidade do leite materno.
Produzir leite está vinculado à quantidade de gordura adquirida pela gestante nos nove meses que antecedem o parto. A nutricionista Regiane Cammarota explica que a reserva de gordura armazenada pela mãe na gravidez será utilizada - e gasta - no período de amamentação.
"O ideal é engordar de forma adequada e, com isso, conseguir a gordura necessária para a produção do leite. A mãe precisa destas calorias, que depois serão queimadas com a amamentação do bebê", diz Regiane.
"Do mesmo modo que medicamentos passam do corpo da mãe para o do bebê através do leite, os alimentos também sofrem essa interligação. O alho, por exemplo, pode deixar o gosto do leite materno não muito agradável para criança", ressalta a nutricionista. Além dos benefícios do aleitamento para o bebê, amamentar é um aliado importante na perda de peso pós-parto. "A amamentação queima exatamente as calorias e conseqüentemente a gordura que a grávida concentrou na gestação. Por isso, dar de mamar emagrece e faz bem à saúde", enfatiza Regiane.
"No Brasil, não existe ainda uma conscientização total da importância do leite materno para o desenvolvimento da criança. O leite da mãe é um alimento pronto, rico e na temperatura ideal para o bebê, que não é substituído por produtos industrializados. Amamentar ajuda no crescimento da criança de maneira eficaz e previne a mamãe de uma série de problemas futuros, como o câncer de mama", completa a nutricionista.
Por: Camila Conte

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Para ser uma gestante linda e saudável...

Aprenda a montar o prato e tenha uma gestação tranqüila




Mudar a alimentação durante a gravidez é inevitável: além de enjoar uma série de alimentos, você sente muito mais fome. Mas nada de usar o bebê que está chegando como desculpa para perder os limites. "Sem dúvida é um momento especial na vida da mulher e exige uma alimentação equilibrada. Entretanto, isso não significa comer por dois", diz a nutricionista do Hospital e Maternidade Pro Matre, Magda Britto dos Santos.

Na pirâmide alimentar, você encontra a fórmula para atravessar a gestação sem engordar demais nem ouvir o estômago roncar a cada 15 minutos. "Basta consultar o gráfico e fazer alguns ajustes, de acordo com a fase", afirma Magda.

Composta por proteínas, carboidratos, vitaminas e sais minerais, a pirâmide atende todas as necessidades do organismo. Segundo a nutricionista, o controle do peso durante os nove meses é feito a partir dos quilos que a mulher apresentava antes de engravidar.
Isso também influencia na quantidade das porções que a gestante deve ingerir.

Magda explica que uma mulher normal (sem sobrepeso) consome, em média, 2.000 calorias diárias. Já as grávidas devem ingerir por volta das 2.300 calorias. Isso garante que, ao longo da gravidez, a mãe engorde de 9 a, no máximo, 14 quilos.

Para montar um prato cheio de benefícios ao bebê e favorável à saúde da gestante, a nutricionista da Pro Matre fez uma lista com os nutrientes que não podem faltar na alimentação das mamães.

Proteínas
A proteína desempenha papel importante na formação da placenta. Por isso, a recomendação é aumentar sua ingestão durante a gravidez. "Para explicar a importância das proteínas para minhas pacientes, comparo-as com os tijolos de uma casa. Elas são responsáveis por construir os tecidos do organismo, tanto do bebê quanto da mãe", diz Magda. Carne, leite, ovos e queijos são alguns exemplos de alimentos ricos em proteínas. "As principais fontes de proteína são alimentos de origem animal", exemplifica a nutricionista.

Carboidratos
Fonte de energia para realizar qualquer atividade, os carboidratos devem marcar presença no cardápio das gestantes. Em falta, o organismo acaba usando outros alimentos para retirar a energia de que precisa, prejudicando outras áreas. Magda alerta que "ao obter energia através das proteínas, por exemplo, a mulher acaba perdendo o que chamamos de massa magra do corpo, os músculos". É por este motivo que, das seis refeições que a grávida precisa fazer ao longo do dia, pelo menos quatro devem vir acompanhadas de algum tipo de carboidrato. Eles são encontrados no arroz, macarrão, pão, cereal, na batata e nas frutas.

Vitaminas e sais minerais
Formando o time dos micronutrientes, as vitaminas e sais minerais são encontrados nas verduras, frutas e legumes. Dentre toda a variedade, a nutricionista destaca as principais e explica como agem no organismo.

Vitamina A
Vitamina importante na formação e manutenção da placenta. Também ajuda a manter a imunidade da mãe, garantindo o bom desenvolvimento do feto. É encontrada, entre outros alimentos, no fígado de boi, na cenoura, na manga, na abóbora, no espinafre e no agrião. "Com todas essas possibilidades, eu aconselho que a gestante aproveite todos os alimentos e varie o cardápio. Isso é sinônimo de alimentação equilibrada", afirma Magda.

Vitamina C
Também conhecida como ácido ascórbico, a vitamina C é bastante indicada para evitar o envelhecimento, já que ajuda na produção de colágeno (substância que dá firmeza à pele). Encontrada em frutas como acerola, laranja, limão, morango e goiaba, e também nas folhas verdes e batata. Além de seus próprios benefícios, a vitamina ajuda o organismo a absorver o ferro de origem vegetal. Magda dá a dica: "Um copo de fruta cítrica acompanhando as principais refeições do dia, ajuda a absorver os nutrientes de cada alimento".

Ácido fólico
Por ajudar na formação do tubo neural do feto (auxílio na construção do sistema nervoso do bebê), o ácido fólico é bastante recomendado às mulheres que programam a gravidez ou que estão no início da gestação. Ele também participa da divisão celular na hora de formar o embrião e da formação dos anticorpos do bebê. Por isso, além da alimentação, alguns médicos indicam a vitamina como instrumento medicamentoso. Para desfrutar dos benefícios do acido fólico, a grávida deve ingerir fígado de boi, espinafre, feijão e suco de laranja. Suplementação, só com orientação de um especialista.

Ferro
Além de dar uma mãozinha no crescimento do feto, o ferro evita que o nenê nasça antes da hora e aumenta a imunidade. O mineral está presente na hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio pelo sangue, e não pode estar em falta no organismo da gestante. O ferro é achado em verduras verdes, grãos como lentilha e feijão, carnes vermelhas (especialmente no fígado de boi) e na banana prata.

Cálcio
Micronutriente importantíssimo no terceiro trimestre de gravidez, "na maioria das vezes, os médicos prescrevem o cálcio como complemento da alimentação", diz a nutricionista. Ela explica que nem todas as necessidades são supridas pelos alimentos e, em certas ocasiões, os suplementos entram em ação. O cálcio é fundamental na formação dos ossos (agindo até mesmo na arcada dentária do nenê que, apesar de não ser aparente, já se forma dentro da gengiva), ajuda a evitar contrações do útero antes da hora e evita que a mãe sofra de pressão alta na fase da amamentação. Suas fontes são leite, iogurte, queijo, salmão, sardinha, figo seco, couve e espinafre. "Eu sempre aconselho que as pessoas evitem qualquer tipo de cafeína depois de ter ingerido algum alimento rico em cálcio, pois ela reduz a absorção do nutriente pelo organismo", aconselha Magda.

Fique atenta aos excessos
O fígado de boi é um alimento rico em diversos nutrientes. Porém, não deve ser ingerido mais que duas vezes por semana, já que pode se tornar prejudicial à saúde da grávida.

Devido à sua diversidade em vitaminas e sais minerais, ele precisa ser dosado. A vitamina A, por exemplo, se ingerida demasiadamente, pode provocar malformação do feto. "Por isso, sempre recomendo um acompanhamento alimentar personalizado", afirma a nutricionista do Hospital e Maternidade Pro Matre



sábado, 4 de abril de 2009

Parto normal ou cesariana

Parto normal ou cesariana? Nos dias de hoje, as opiniões se dividem. Entre as duas técnicas, qual a mais adequada? Quais são os riscos nas duas opções? Perguntas feitas, o fato é que, na hora de decidir como dar a luz, é imprescindível que a mãe esteja bem informada. Afinal, mitos existem e são muitos quando o assunto é o nascimento do bebê.

A cesariana colocou em voga a intervenção cirúrgica no processo do parto. Amplamente difundida na atualidade, é a alternativa de muitas mães que querem programar com exatidão a data da chegada de seus filhos. De acordo com a médica obstetra Magda Salvador, é comum que as mulheres cheguem ao consultório com um dia fixo na cabeça.

"Têm grávidas que decidem quando devem ter o bebê levando em consideração aspectos numerológicos ou celebrações como o aniversário do marido ou de casamento para coincidir as datas", explica.
Mas a cesariana não é uma alternativa 100% segura. E nem necessária em muitos casos. "A cesária não deixa de ser uma cirurgia, que, para ser realizada, demanda um corte no abdômen. Com a cavidade exposta, aumentam as chances de se contrair uma infecção, por exemplo.", destaca Magda. O método só é recomendado quando o nenê ou a mãe sofre algum tipo de risco. Se há um trabalho de parto prematuro ou o prazo do nascimento ultrapassa, ai então a cesariana é fundamental, completa a médica.

Se não for por um motivo realmente sério, Magda alerta que o parto normal é sempre o mais recomendado. "O parto normal não expõe a criança ou a mãe. Se houver um acompanhamento adequado durante o período da gestação, o parto normal é a alternativa menos incisiva e melhor tanto para o lado materno quanto para o do recém-nascido".

A especialista diz ainda que, apesar de ser o método natural de dar a luz, muitos mitos e crenças influenciam na hora da opção pelo parto normal. "O maior medo das mulheres é a dor que elas podem sentir durante o nascimento da criança. Mas hoje isso não é mais um problema, já que o parto pode ser feito com a ajuda da anestesia, que ameniza as dores fortes", ressalta.

Sobre as crenças de que o parto normal provoca flacidez ou ocasiona o caimento da bexiga, a obstetra desmente. "Isso não corresponde ao que realmente acontece. A recuperação da mulher que opta pelo parto natural é rápida e não costuma deixar seqüelas. As futuras mamães que pretendem dar a luz por este método não precisam se preocupar", finaliza.