
Uma alimentação saudável durante a gestação é positiva em muitos aspectos: controle de peso, pré-natal tranqüilo, baixos riscos de problemas relacionados a um aumento descontrolado de peso e, não menos importante do que todos os outros itens, a qualidade do leite materno.
Produzir leite está vinculado à quantidade de gordura adquirida pela gestante nos nove meses que antecedem o parto. A nutricionista Regiane Cammarota explica que a reserva de gordura armazenada pela mãe na gravidez será utilizada - e gasta - no período de amamentação.
"O ideal é engordar de forma adequada e, com isso, conseguir a gordura necessária para a produção do leite. A mãe precisa destas calorias, que depois serão queimadas com a amamentação do bebê", diz Regiane.
"Do mesmo modo que medicamentos passam do corpo da mãe para o do bebê através do leite, os alimentos também sofrem essa interligação. O alho, por exemplo, pode deixar o gosto do leite materno não muito agradável para criança", ressalta a nutricionista. Além dos benefícios do aleitamento para o bebê, amamentar é um aliado importante na perda de peso pós-parto. "A amamentação queima exatamente as calorias e conseqüentemente a gordura que a grávida concentrou na gestação. Por isso, dar de mamar emagrece e faz bem à saúde", enfatiza Regiane."O ideal é engordar de forma adequada e, com isso, conseguir a gordura necessária para a produção do leite. A mãe precisa destas calorias, que depois serão queimadas com a amamentação do bebê", diz Regiane.
"No Brasil, não existe ainda uma conscientização total da importância do leite materno para o desenvolvimento da criança. O leite da mãe é um alimento pronto, rico e na temperatura ideal para o bebê, que não é substituído por produtos industrializados. Amamentar ajuda no crescimento da criança de maneira eficaz e previne a mamãe de uma série de problemas futuros, como o câncer de mama", completa a nutricionista.
Por: Camila Conte
Por: Camila Conte

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